Noite, estrelas, lua cheia
O cricri das cigarras que
Vivem por nós,
Mar
Maré alta, maré baixa
O vai-e-vem ritmado das ondas
O balanço dum barco cheio de vida,
Qu’ondula sem pressa
Em direção a qualquer lugar...
Sem remos, só ela.
Sem leme, nem vela;
Aquecimento, luz, calor
Quebrei minha camada de ozônio...
Minha pele se recusa aceitar...
...mas sorri!
Me lembra meus medos;
Abraços, ternura
Meu sonho se desconstrói,
Mantenho meu rumo
à lugar nenhum,
Bem perto do que amo, e
Procuro sorrisos,
Procuro utopias,
Procuro não me encontrar, só!
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Eu vivo como o mar
Eu vivo como o mar,
Transpirando o agridoce da paisagem salgada,
Regendo-me pelo cosmo
Localizo meus afetos
Em algum deserto...
Que nem eu sei
Em mim, mar e areia
Se juntam e afastam ritmados
Enquanto o crepúsculo
Leva meu pôr-do-sol
E com ele teus suspiros, ou meus!
Revivo o você
O teu transpirar, o descaso de nada (coisa alguma),
Sonho(ar)! Até minha mente perder o fôlego,
Mas sossego, com o solilóquio dos nossos olhares...
Eu vivo como o mar,
Transpirando o agridoce da paisagem salgada,
Regendo-me pelo cosmo
Localizo meus afetos
Em algum deserto...
Que nem eu sei
Em mim, mar e areia
Se juntam e afastam ritmados
Enquanto o crepúsculo
Leva meu pôr-do-sol
E com ele teus suspiros, ou meus!
Revivo o você
O teu transpirar, o descaso de nada (coisa alguma),
Sonho(ar)! Até minha mente perder o fôlego,
Mas sossego, com o solilóquio dos nossos olhares...
Felizardo Costa
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