Noite, estrelas, lua cheia
O cricri das cigarras que
Vivem por nós,
Mar
Maré alta, maré baixa
O vai-e-vem ritmado das ondas
O balanço dum barco cheio de vida,
Qu’ondula sem pressa
Em direção a qualquer lugar...
Sem remos, só ela.
Sem leme, nem vela;
Aquecimento, luz, calor
Quebrei minha camada de ozônio...
Minha pele se recusa aceitar...
...mas sorri!
Me lembra meus medos;
Abraços, ternura
Meu sonho se desconstrói,
Mantenho meu rumo
à lugar nenhum,
Bem perto do que amo, e
Procuro sorrisos,
Procuro utopias,
Procuro não me encontrar, só!
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Cenário
Cantei-lhe um soneto,
De versos seletos,
De beijos dísticos,
Deverás místico.
Cantei-lhe em quarteto,
Na clave l´amour,
Cantei-lhe em temor,
E quarta voz;
Cantei também em trova
Uma composição nova
Nos sustenidos do piano
Com suspiros suspensos
No seu olhar temprano;
Cantei por fim um beijo
E cartei de si o ensejo
De um sonho a nósNum cenário a dois.
Cantei-lhe um soneto,
De versos seletos,
De beijos dísticos,
Deverás místico.
Cantei-lhe em quarteto,
Na clave l´amour,
Cantei-lhe em temor,
E quarta voz;
Cantei também em trova
Uma composição nova
Nos sustenidos do piano
Com suspiros suspensos
No seu olhar temprano;
Cantei por fim um beijo
E cartei de si o ensejo
De um sonho a nósNum cenário a dois.
Felizado Costa
Assinar:
Postagens (Atom)